A paciência não é só uma virtude. A paciência , acredite, é vencer a própria vida.                                                                                                                                                         Eu já te disse adeus tantas vezes, eu já me disse adeus tantas vezes. Não desisti de nenhum dos dois.                                                                                                                                                         Cá entre nós, há sempre um “entre nós”.                                                                                                                                                         O exercício do amor deixa a alma sarada!                                                                                                                                                         Aceito as esquinas porque através delas conheço as avenidas.                                                                                                                                                         Eu quero! … E que todos os dias antes de dormir, isso fique claro.Pra mim e pra você.                                                                                                                                                         O grande compromisso da vida é o encontro com a própria consciência, exatamente numa solidão capaz de nos completar.                                                                                                                                                         Viver, é acreditar que “tudo pode acontecer”, inclusive a felicidade!                                                                                                                                                         O que a gente tem em comum? Voltar! Quando tudo nos diz que é pra partir.                                                                                                                                                        
  •     mar    
  •     16    
  •     2009    
Victor e Léo.
Arquivado em: Uncategorized | 684 palavras | Escrito às 16:07

Vamos lá- eu fiz uma força! Sem vontade alguma, sem estímulo, sem clima- me esforcei e fui pro tal show.
Afinal é a dupla sertaneja do momento! Go pessoal…go…
Se eu gosto de Victor e Léo? Até que sim! Eu tenho meu lado brega assumido e cheia de orgulho! Os caras mandam bem, sei cantarolar algumas musicas ..Vamos lá / você precisa sair de casa/ Vamos sair da frente desse computador/ Vamos dar um tempo de escrever/ Vamos deixar os seriados de lado/Vamos parar de pensar e pensar e pensar…e fazer bobagens!
Então eu descubro o quanto estou ficando velha e cricri – e no meio daquele povo mal vestido e da fumaça do churrasquinho de gato, e nos trezentos cubículos que eles chamam de banheiro pra dar uma mijadinha, e numa fila interminável estacionar e outra pra comprar uma água que custa 3 reais- ; tudo que eu mais desejei era a minha cama, o meu ar condicionado e o meu silêncio, e o meu nada pra fazer.
Eu não tenho mais o menor saco pra esse tipo de lugar e quanto mais passa o tempo, quanto mais o meu filho cresce, quanto mais eu vejo as barbaridades que acontecem por aí – mais cresce o meu pavor a multidão. Fora o risco, que soa como desculpa para os baladeiros de plantão – e não é- me irrita profundamente aquelas pessoas esfregando os ombros umas nas outras , a dificuldade em me locomover, cheiros misturados, não ter hora pra começar – e tudo que envolve esse tipo de evento.
E os casais que a gente vê num lugar desses parecem saídos de um filme de terror! Não existe mais critério, a mulherada está desesperada – e além de ser uma velha caduca sou chata, exigente -e me encho de desesperança!
Eu não vejo meu príncipe encantado no meio daquelas pessoas, porque seja ele quem for – espero que não veja problema algum em ficar sábado a noite lendo um livro, vendo um filme – e achando essa a melhor programação do mundo!
Quem me conhece sabe que não sou metida, nem sou fresca! Então me isento dessa culpa- Não preciso dizer que adoro estar no meio do povo para ser a mais humilde criatura – e não preciso frequentar o lugar da moda para me mostrar descolada e por dentro de alguma coisa (por dentro de que mesmo??)
E o vazio que hoje em dia isso me dá ??? não tem fim.
Eu não vejo mais sentido em sair do meu conforto para tentar ser gente, para tentar encontrar alguém ou parecer que estou entrosada com o universo- e depois ficar perguntando de cinco em cinco minutos, “que diabos que estou fazendo aqui quando eu dava tudo pra estar em outro lugar? ”
Era pra ser divertido- a dupla é muito boa – eu até dei muitas risadas porque afinal, os meus questionamentos chegam ao cômico, e as pessoas que estavam comigo fazem a festa elas mesmas – num show ou numa esquina e até a minha vontade de sair correndo dali tinha toda graça do mundo porque eu sei que na atual circunstância, isso é o sentimento de um ET- e se eu não estou velha na idade, sou de outro mundo – não tem mais explicação!
Certamente alguém vai me achar num outro lugar desses, num outro show, numa outra tentativa de me ” enquadrar” ou procurando algo que eu nem sei o que é ou que muito provavelmente jamais vou encontrar -mas nada substitui o prazer de estar cercada de poucos e bons ou envolvida em silêncios preciosos. Nada substitui um bom papo , uma taça de vinho e uma noite que você escolhe quando termina.
E mais um vez entendi que felicidade não significa barulhos, certos lugares e quantidade de pessoas -é se sentir inteiro e em paz, seja onde for e da forma que for.


12 comentários

  •     mar    
  •     10    
  •     2009    
Lançamento- 12 de Maio.
Arquivado em: Uncategorized | 128 palavras | Escrito às 16:16

Ufa!!!

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Finalmente , depois de seleção, avaliação, contrato, pós contrato, e-mails e mais e-mails ( ufaaaaa ) será lançado o livro Blônicas 2 , do qual essa que vos escreve faz parte ( com orgulho ).
O livro é um projeto em Parceria com Nelson Botter Jr. -Escritor, diretor, produtor de animações e coordenador do famoso Blog Blônicas ( www.blonicas.zip.net ) e Editora Nova Esfera.
Junto comigo , 49 novos autores!
O lançamento será em Sp – ( logo mais publicarei o local e a data – e quem sabe aqueles que residem em Sampa possam prestigiar – )

bjos,


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  •     mar    
  •     10    
  •     2009    
Vencedora da promoção!
Arquivado em: Uncategorized | 30 palavras | Escrito às 14:52

Michelly Medeiros
Brasília ( DF )
Tel :( 061) 327X – ( XX36 )

A vencedora já foi contactada via e-mail.
Obrigada a todos pela participação- ( em breve tem mais! ;) )


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  •     mar    
  •     3    
  •     2009    
O amor ou o “amor”.
Arquivado em: Uncategorized | 591 palavras | Escrito às 12:29

Tenho visto na novela o que acontece na Índia entre homens e mulheres.
É realmente possível começar a amar alguém depois do convívio? Ao desenrolar da rotina, conhecendo os detalhes aos poucos, maturando sentimentos como se isso fosse o que solidifica a relação e ameniza as diferenças?
Talvez.
Entre nós, a expectativa é outra. O conto de fadas faz a diferença.A mágica que a gente espera , um arrebatamento que nos move.
Quem sabe estejamos errados esse tempo todo e tenhamos muito que aprender?
Quem sabe o impulso e o sentimento a flor da pele sejam os maiores inimigos de uma relação madura e duradoura?
É estabilidade que queremos? É o respeito mútuo, a admiração, a boa comunicação, o equilíbrio? Se for assim, está tudo errado – Por que diabos a gente se enfia numa montanha russa se isso contradiz com o objetivo final?
Sinto que o romantismo me decepciona. Estou desencantada e cansada dos contos de fada , promessas que a gente nunca cumpre, momentos que não se realizam, pessoas que não se decidem…Blá bla blá.
Me preocupo, me sensibilizo, mas a rachadura está em todo lugar. É visível de fora pra dentro e de dentro pra fora.
Não tenho mais pressa, não idealizo coisa alguma e me preparo para o pior sem alarme. Tenho um sono profundo porque não espero absolutamente mais nada de ninguém.
O amor é sim a coisa importante do mundo, mas também é o que empurra ao poço de inquietações. Porque tudo depende de uma equação entre o que você tem nas mãos e o que você sonhou ou entre o que o outro é e o que você desejaria que ele fosse.
Isso não é papo de quem está profundamente decepcionada com o amor. Isso é papo de quem está profundamente decepcionada com a visão que sempre teve do amor e com as flores que sempre enfeitou em torno dele- ! As flores murcharam e o amor?
O telefone não vai tocar, o milagre não vai acontecer, ninguém vai ceder em seus malditos pontos de vista, ninguém vai calar a insatisfação, ninguém vai confessar arrependimentos ou jurar não repetir os mesmos erros. E como nos filmes, aquela pessoa não vai no meio do ” nada ” por encanto, descobrir que vocês devem ficar juntos e que se dane o resto do mundo.
De que adianta a longa espera? O outro é de carne o osso, de uma imperfeição que não combina com a sua -mas há sempre um próximo que dança com você o mesmo ritmo, que compartilha dos mesmos valores – e cujos planos cruzam exatamente com o seus.
Porque tem que ser fulano e não beltrano? Porque tem que ser como nos livros, o coração sobressaltado, uma lágrima eminente e um longo suspiro?
A sensação que se tem é a de que perdemos muito tempo esperando a mágica – uma salvação qualquer. Enfeitamos um sentimento e fechamos os olhos para tudo que está ao alcance das mãos e talvez fosse a nossa sorte ou riqueza.
A verdade é uma merda, mas é a partir dela deixamos de ser tolos! Vale a pena ignorá-la?
Já passou da hora de decidir! Queremos a base sólida trazida por um amor da vida real ou os trancos e barrancos de um amor que na maioria das vezes só existe na nossa imaginação?


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