- jan
- 14
- 2010
Eu ando em paz e feliz.
Com tempo de sobra. Pensando, pensando..e preferindo apenas isso.Pensar.
Dedicada a futilidades. Porque depois da profundidade , do sentimento, da angústia e do tempo , é só o que eu quero e preciso fazer.
Não existe julgamento.
Cada um de nós faz a sua parte e a si mesmo presta contas.
Cada um ama como pode ou além do que pode , faz o que deve ou deseja , argumenta, silencia ou foge.
Nada que me traga alguma palavra nova. Nada que valha a minha inspiração de dentro pra fora! Nada que me vire ao passado. Nada que me entristeça.E nada que me surpreenda.
Eu só sinto que estou de volta ao ponto de onde jamais deveria ter partido. Mas não me rendo ao arrependimento ou a culpa.Fui , como fazem os que precisam acreditar no destino e voltei , como fazem os que não encontram nada.
Quem não conhece o amor jamais me reconheceria. E quem não me reconhece estará bem melhor sem mim.
Eu conheci o limite e o desafiei. Eu não conheci a sorte e a desejei.E como pano de fundo de qualquer história sem pé nem cabeça, a realidade – pintada a mão em preto e branco.
De algum modo, existe uma perfeição divina até naquilo que eu nunca tive. E minha maior descoberta é justamente a de que o NADA pode ser tudo!
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